Às vezes sou muito reticente quanto àquilo que faço. Não sou tão determinada como pareço nem assim tão segura porque, infelizmente, sei o que é pessoas não gostarem daquilo que fazemos independentemente do que seja. Até agora encontrava-me reticente até ter lido uma coisa que me fez levantar logo o astral e pensar com clareza. "Se tivesse de escrever como o Nicholas Sparks, iria consertar camiões."
Que fique claro que eu não tenho nada contra Nicholas Sparks, pelo contrário, apesar de não ser fã dos livros dele já li alguns e gostei muito de Um Homem Com Sorte, mas, de facto, eu nunca conseguiria escrever como ele. Aquele romance desenfreado, sem limites... Não, eu não consigo pegar num assunto e torná-lo romântico e a minha linguagem não é nem sequer simpática. Considero que sou um bocado "áspera" na linguagem e não escrevo de uma forma "querida" e "singela" como ele faz. Não consigo escrever um romance pleno. Gosto de assuntos violentos, sangue, lágrimas, desespero e muita ação naquilo que escrevo. Gosto de um livro do género filme de Hollywood com a diferença de estar a ler e não a ver um conjunto de gravações. Gosto de imaginar cenários de guerra, de luta nem que seja pela sobrevivência. A minha praia não é escrever romance floreado cheio de mimimi (embora não considere Nicholas Sparks merecedor desse título), mas sejamos sinceros... o que se vende mais? Um romance floreado ou um romance ficcional com luta por algo? Um romance floreado, meus caros. Segundo as minhas aulas de psicologia, temos tendência a procurar aquilo que nos proporciona maior prazer e aparentemente o romance puro é que está a dar.
Desde que comecei a escrever com alguma seriedade prometi a mim mesma não me inspirar em nada. Em nenhum livro. Em nenhuma série. Em nenhum filme. Apenas focar-me naquilo que imagino e ir buscar coisas à minha vida para complementar. Até hoje, quem conhece minimamente e o que escrevo, sabe que tentei não me assemelhar a nada nem a ninguém, embora me assomem certos pensamentos como "Isto não vai dar certo", "Estou-me a exceder", "Deveria-me assemelhar mais a este ou aquele". Porém, deparei-me com a entrevista de Chuck Palahniuk, escritor de Clube da Luta e foi impossível não dedicar um espaço a este senhor. É absolutamente inspiradora a sua entrevista e ajudou-me a consolidar que eu não me vou assemelhar a ninguém. Não quero e por muito que as pessoas intitulem muitos dos assuntos que abordo de "homens" eu não quero saber. Continuarei com o meu modo de escrever, com o meu modo de ver as coisas, com os meus cenários pouco simpáticos porque se eu não gostar daquilo que escrevo, ninguém irá gostar.
Leiam a entrevista e reflitam.
Que fique claro que eu não tenho nada contra Nicholas Sparks, pelo contrário, apesar de não ser fã dos livros dele já li alguns e gostei muito de Um Homem Com Sorte, mas, de facto, eu nunca conseguiria escrever como ele. Aquele romance desenfreado, sem limites... Não, eu não consigo pegar num assunto e torná-lo romântico e a minha linguagem não é nem sequer simpática. Considero que sou um bocado "áspera" na linguagem e não escrevo de uma forma "querida" e "singela" como ele faz. Não consigo escrever um romance pleno. Gosto de assuntos violentos, sangue, lágrimas, desespero e muita ação naquilo que escrevo. Gosto de um livro do género filme de Hollywood com a diferença de estar a ler e não a ver um conjunto de gravações. Gosto de imaginar cenários de guerra, de luta nem que seja pela sobrevivência. A minha praia não é escrever romance floreado cheio de mimimi (embora não considere Nicholas Sparks merecedor desse título), mas sejamos sinceros... o que se vende mais? Um romance floreado ou um romance ficcional com luta por algo? Um romance floreado, meus caros. Segundo as minhas aulas de psicologia, temos tendência a procurar aquilo que nos proporciona maior prazer e aparentemente o romance puro é que está a dar.
Desde que comecei a escrever com alguma seriedade prometi a mim mesma não me inspirar em nada. Em nenhum livro. Em nenhuma série. Em nenhum filme. Apenas focar-me naquilo que imagino e ir buscar coisas à minha vida para complementar. Até hoje, quem conhece minimamente e o que escrevo, sabe que tentei não me assemelhar a nada nem a ninguém, embora me assomem certos pensamentos como "Isto não vai dar certo", "Estou-me a exceder", "Deveria-me assemelhar mais a este ou aquele". Porém, deparei-me com a entrevista de Chuck Palahniuk, escritor de Clube da Luta e foi impossível não dedicar um espaço a este senhor. É absolutamente inspiradora a sua entrevista e ajudou-me a consolidar que eu não me vou assemelhar a ninguém. Não quero e por muito que as pessoas intitulem muitos dos assuntos que abordo de "homens" eu não quero saber. Continuarei com o meu modo de escrever, com o meu modo de ver as coisas, com os meus cenários pouco simpáticos porque se eu não gostar daquilo que escrevo, ninguém irá gostar.
Leiam a entrevista e reflitam.
